quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O Brasil de Betinho

Oi galera! 
O próximo encontro do grupo de leitura vai ocorrer de novo na Guerrazzi, em Cornigliano, na sexta-feira 25 de janeiro às 17:00. 
Quis dedicar esse encontro ao Betinho, isto é Herbert de Souza (1935-1997), um dos mais notáveis defensores dos direitos humanos brasileiro, em geral um personagem importante da cultura social do Brasil, fundador do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase - http://www.ibase.br/pt/), que tem o objetivo de divulgar a cidadania ativa. 
Eis aqui uma citação de um dos escritos dele: 
“Não quero viver obrigado à obediência a nenhuma ideia de nação, pátria, partido, igreja ou grupo. Quero viver de acordo com princípios democráticos fundados na solidariedade, na liberdade, igualdade, participação e diversidade.” 
Herbert de Souza, o Betinho, em Escritos indignados, p. 24.
Até o 25 de janeiro na Guerrazzi com o Betinho
Abraços 
Roberto

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Calendário dos encontros 2012

Encontros realizados na biblioteca Berio, sala Lignea

14 de janeiro - Chico Buarque

11 de fevereiro - Hermes Leal

10 de março - Clarice Lispector

21 de abril - Antonio Tabucchi

12 de maio - Nikkeis brasileiros

16 de junho - II Sarau Associação Luanda

23 de junho - Antônio de Almeida Prado (presente)

13 de julho - Malba Tahan

29 de setembro - Hans Staden segundo Monteiro Lobato

27 de outubro - Caramuru

Encontros nas bibliotecas do Ponente:

Guerrazzi - 7 de dezembro 17:00 - Cássio Junqueira

Bruschi - 22 de dezembro 11:30 - Coisa de preto

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Coisa de preto - pra concluir o ano


Oi gente!
Neste sábado que vem, 22 de dezembro, na Biblioteca Bruschi, às 11:30, vamos ter o encontro do nosso grupo, o segundo no Ponente.
Vamos ler o texto “Coisa de preto”, que tirei de uns blogues brasileiros que tratam sobre racismo e tal. Acho que o asunto é bem interessante e atual, viu?!
Um abraço e até sábado!
Roberto

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Adeus Marina adrenalina

Oi gente!
Infelizmente, tenho que divulgar uma triste notícia.
Sábado passado faleceu a querida amiga Marina Forlani.
A maioria entre vocês a conhecia como participante dos dois grupos de leitura, o de espanhol e o lusófono, poucos sabem que ela foi a verdadeira inspiradora e promotora dos grupos, primeiro o de espanhol, depois fundado pela Priscila e pelo Ernesto Torres, enfim o lusófono, porque, quando eu fundei o grupo, 5 anos atrás, aproveitei do modelo já existente do grupo de espanhol.
Mas ela não foi apenas isso. Ela foi... muitas iniciativas pra o mundo tornar melhor...
A Priscila, com suas lágrimas, escreveu um texto em italiano simplesmente lindo, dedicado a ela, muito melhor que as minhas palavras. Vou compartilhá-lo com vocês e vou acrescentar um poema da Clarice Lispector, que acho que fala muito da Marina.
Roberto

Una delle mie migliori amiche genovesi oggi non c'è più. Lei, quella che lottava perché non ci fossero più differenze, quella che sapeva sorridere per le cose più semplici, in barba a quello che si dice dei “genovesi”.
Ti avevo registrato sul mio telefono come “Marina, adrenalina” per non confonderti con tutte le altre “Marina”... Un motivo c'era ;-)
A me mancherà la tua voce al telefono, sempre carica di energia, sempre allegra e ottimista.
A me mancherà la tua spinta, quella che mi ha aiutato a far tutte le cose che poi ho fatto, in ogni iniziativa, oggi idea, ogni progetto, io avevo bisogno di chiamarti, di avere il tuo consenso, di sentirmi rassicurata.
Mi mancheranno i “caffè” della pausa pranzo in piazza Matteotti o alle Erbe per scambiarci idee ma soprattutto soluzioni.
Sabato ci sarà la festa di natale dei bambini, e io allora ti ricorderò. Nel natale del 2011 anche se eri malata, eri tra noi.
Nei corridoi delle Biblioteche di Genova si sentiranno tuoi passi veloci tra i libri, la tua voce sussurrante pronta a salutare tutti, poi, sempre pronta a scappare, avevi sempre un qualcosa da fare, non ti fermavi mai, avevi un tono speciale per noi, quelli che tu sempre hai considerato i tuoi“nuovi concittadini”.
Sono poche le persone che mi hanno fatto sentire così in questa Italia.
In quanto ti era possibile, non mancavi agli incontri di spagnolo, non eri una patita della mia lingua, io sapevo perché eri li, eri li perché noi avevamo bisogno di te, eri li per sostenermi, per sostenerci.
Potevi rimanere ancora, io ho ancora bisogno di te, della tua presenza, della tua voce adrenalinica.
Le mie ultime parole per te sono state: “io ci sarò sempre per qualsiasi cosa, in qualsiasi momento, TVB.... ”, ma non è andata cosi, anche quando tu stavi male, eri tu a confortarmi, e a raccogliere le mie lacrime che uscivano per la impotenza di non essere in grado di darti neanche una briciola di quello che tu hai dato a me...
Mi mancherai perché tu sarai sempre la mia “Marina, adrenalina”.
Priscila Cujilan

Há Momentos
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Até mais!

Quero informar a todos que não vou mais fazer o coordenador do grupo de leitura lusófono da Berio. Minha motivação é que fiquei ofendido pela atitude arrogante de umas funcionarias importantes da biblioteca. E não estou falando de nossa amiga Alberta Dellepiane, que é gente boa, além de muito competente e entusiasmada.
De repente, estou pensando em arredar o gupo lusófono em outra biblioteca. Vamos ver se vai ser possível. Se não, pelo menos pra mim, depois de 5 anos maravilhosos, o grupo acabou.
Quanto ao próximo encontro dedicado ao Cássio Junqueira, se alguém – a Marta? – quer conduzir o encontro, vou ajudá-lo com o material, se não, temos que adiá-lo até quando não sei.
Até mais.
Roberto